...some say. And I say NO! Well, at least when the path you’ve walked on exhibits such beauty.
Serra do Gerês, Portugal
2017, February
2017-02-17
2017-02-16
Corga da Giesteira
Corga da Giesteira, a steep valley in the Gerês Mountains. In Portuguese, “corga”, a shorter form of “córrego”, is inherited from the latim “currŭga” which means “canal de água”: a way or path opened by flowing water. I haven’t found the name of the prominent peak. Some say there is a trail down there…
Corga da Giesteira, um vale cavado pelas águas nas montanhas do Gerês. Para o português, corga ou córrego provém do latim (suponho que meio misturado com o galego) currŭga: um caminho estreito e numa depressão profunda do terreno, sulco ou canal aberto pelas águas correntes; regueiro. Não encontrei o nome (se é que dele há memória) para este pico. Há quem diga que há um trilho por ali…
Serra do Gerês, Portugal
2017, February
Corga da Giesteira, um vale cavado pelas águas nas montanhas do Gerês. Para o português, corga ou córrego provém do latim (suponho que meio misturado com o galego) currŭga: um caminho estreito e numa depressão profunda do terreno, sulco ou canal aberto pelas águas correntes; regueiro. Não encontrei o nome (se é que dele há memória) para este pico. Há quem diga que há um trilho por ali…
Serra do Gerês, Portugal
2017, February
2017-02-15
Unfinished sculptures
Rough granite walls, just south of Vale de Teixeira in Gerês Mountains, hint a dramatic change in the landscape.
Serra do Gerês, Portugal
2017, February
Serra do Gerês, Portugal
2017, February
2017-02-14
Teixeira Valley ( Vale de Teixeira )
With its beauty, this valley lays hidden in the closest eastern mountains of Gerês village. Similarly to the river that runs through it, the valley was named Teixeira, possibly as it was covered with a forest of yew trees (Taxus baccata). The yew forest is long gone, and only a few secular oaks remain at its bottom.
Com a sua beleza, este vale permanece escondido nas montanhas próximas, a Este da Vila do Gerês. O vale de Teixeira assim como o seu rio assumem o nome de uma floresta de Teixos. Desta, não sobram vestígios e apenas restam uns poucos carvalhos seculares no fundo do vale.
Serra do Gerês, Portugal
2017, February
Com a sua beleza, este vale permanece escondido nas montanhas próximas, a Este da Vila do Gerês. O vale de Teixeira assim como o seu rio assumem o nome de uma floresta de Teixos. Desta, não sobram vestígios e apenas restam uns poucos carvalhos seculares no fundo do vale.
Serra do Gerês, Portugal
2017, February
2017-02-13
Mountain shelters - Curral da Lomba do Vidoeiro
Curral da Lomba do Vidoeiro Shelter, in proper winter dressing.
Serra do Gerês, Portugal
2017, February
Serra do Gerês, Portugal
2017, February
2017-02-12
The valley guardians
In a winter landscape, ancient oak trees guard a trail through Teixeira valley in Gerês Mountain Range.
Pedunculate oak, Carvalho-alvarinho – Quercus robur
Serra do Gerês, Portugal
2017, February
2017-02-10
A shinny Serra Amarela
Still hanging in the darkness, the western region of Gerês Mountains makes the foreground of this perspective, while a very shinny Amarela Mountain Range makes the background. Snow has returned to the northern mountains.
Fica aqui uma perspectiva sobre a região Oeste da Serra do Gerês em primeiro plano, ainda sob a escuridão; com uma Serra Amarela bastante iluminada ao fundo.
(taken from) Vieira do Minho, Portugal
2017, January
Fica aqui uma perspectiva sobre a região Oeste da Serra do Gerês em primeiro plano, ainda sob a escuridão; com uma Serra Amarela bastante iluminada ao fundo.
(taken from) Vieira do Minho, Portugal
2017, January
2017-02-09
Winter palette
Some leaves marked by hail still remain on a northern red oak. Winter fades everything, even colours.
Serra da Cabreira, Portugal
2017, February
Northern red oak, carvalho americano / roble-americano – Quercus rubra
Serra da Cabreira, Portugal
2017, February
2017-02-07
Mountain shelters ( Abrigos de Montanha )
Shelters are reminiscent of harder times, when shepherds where kept away from their homes and forced to stay in mountains attending their herds. Mountain shelters have taken many forms, from rudimentary caves below piled up boulders to small houses built with the surrounding materials. Some are privately owned (or are in privately owned lands), others have simply become forsaken. While these could still serve mountaineers or anyone seeking a temporary shelter for a night over in the region, many of them can be found in an appalling state: some are nothing more than ruins; others are decayed, flooded or vandalised.
Yet, they were not forgotten. Recently, local municipalities, like Vieira do Minho Municipality, or even groups of individuals that simply aim at preserving the cultural heritage of these sites have taken efforts in rebuilding some of these shelters and restoring them to usability. Now, maintaining them in proper condition, e.g. clean, is far more dependent on civilized use than in weathering.
However, other attempts at restoring mountain shelters have bumped into bureaucratic and even legal bumps. National authorities like ICNF seem to disdain people’s voluntary efforts in restoring and maintaining these shelters and basically rule for abandonment and decay. Why? I speculate that some ICNF’s representatives carry an older (I was going to write obsolete) and very basic mentality. Other more plausible reason might be the lack of means, i.e. manpower, to supervise their correct usage. In either possibilities, there is an absurd lack of trust towards mountaineers and nature enthusiasts: those that would preserve and give shelters their proper use: sheltering.
Os abrigos de montanha são monumentos (não reconhecidos) remanescentes de outros tempos, próprios de vidas mais difíceis, de quando era necessário permanecer na montanha para o pastoreio. Os abrigos tomaram muitas formas, desde uma simples caverna debaixo de um penedo a casas rudimentares, construídas com os materiais locais. Uns são propriedade privada ou estão em propriedades privadas, outros foram simplesmente abandonados. Estes poderiam servir os montanheiros ou qualquer pessoa que procurasse um abrigo temporário ou passar uma noite em contexto de montanha. No entanto, muitos deles encontram-se num estado deplorável: uns nada mais são que ruínas; outros estão a decair, inundados ou simplesmente vandalizados.
Por um lado, os abrigos de montanha não foram esquecidos. Algumas autarquias locais, como o Município de Vieira do Minho, ou mesmo grupos de indivíduos que simplesmente ambicionam preservar a herança cultural destes sítios, tomaram esforços em recuperar alguns destes abrigos e restaurar-lhes a usabilidade. Agora, mantê-los em condições próprias é bem mais dependente do civismo que quem os visita do que da exposição ao clima.
No entanto, algumas tentativas de recuperar abrigos de montanha embateram em processos burocráticos e mesmo impedimentos legais. Autoridades nacionais como o ICNF preterem os esforços voluntários de cidadãos em restaurar e manter estes abrigos em prol do abandonamento e consequente ruína. Apenas posso especular que alguns representantes do ICNF simplesmente arrastam consigo uma mentalidade antiga e muito básica. Um outro motivo, plausível, é a falta de meios humanos para uma fiscalização própria do uso dos abrigos. No entanto, ambos os motivos partilham uma total falta de confiança nos montanheiros ou de qualquer verdeiro entusiasta da Natureza: aqueles que saberiam preservar e dariam o melhor uso aos abrigos de montanha: abrigo.
Serra da Cabreira, Portugal
2017, February
Yet, they were not forgotten. Recently, local municipalities, like Vieira do Minho Municipality, or even groups of individuals that simply aim at preserving the cultural heritage of these sites have taken efforts in rebuilding some of these shelters and restoring them to usability. Now, maintaining them in proper condition, e.g. clean, is far more dependent on civilized use than in weathering.
However, other attempts at restoring mountain shelters have bumped into bureaucratic and even legal bumps. National authorities like ICNF seem to disdain people’s voluntary efforts in restoring and maintaining these shelters and basically rule for abandonment and decay. Why? I speculate that some ICNF’s representatives carry an older (I was going to write obsolete) and very basic mentality. Other more plausible reason might be the lack of means, i.e. manpower, to supervise their correct usage. In either possibilities, there is an absurd lack of trust towards mountaineers and nature enthusiasts: those that would preserve and give shelters their proper use: sheltering.
Os abrigos de montanha são monumentos (não reconhecidos) remanescentes de outros tempos, próprios de vidas mais difíceis, de quando era necessário permanecer na montanha para o pastoreio. Os abrigos tomaram muitas formas, desde uma simples caverna debaixo de um penedo a casas rudimentares, construídas com os materiais locais. Uns são propriedade privada ou estão em propriedades privadas, outros foram simplesmente abandonados. Estes poderiam servir os montanheiros ou qualquer pessoa que procurasse um abrigo temporário ou passar uma noite em contexto de montanha. No entanto, muitos deles encontram-se num estado deplorável: uns nada mais são que ruínas; outros estão a decair, inundados ou simplesmente vandalizados.
Por um lado, os abrigos de montanha não foram esquecidos. Algumas autarquias locais, como o Município de Vieira do Minho, ou mesmo grupos de indivíduos que simplesmente ambicionam preservar a herança cultural destes sítios, tomaram esforços em recuperar alguns destes abrigos e restaurar-lhes a usabilidade. Agora, mantê-los em condições próprias é bem mais dependente do civismo que quem os visita do que da exposição ao clima.
No entanto, algumas tentativas de recuperar abrigos de montanha embateram em processos burocráticos e mesmo impedimentos legais. Autoridades nacionais como o ICNF preterem os esforços voluntários de cidadãos em restaurar e manter estes abrigos em prol do abandonamento e consequente ruína. Apenas posso especular que alguns representantes do ICNF simplesmente arrastam consigo uma mentalidade antiga e muito básica. Um outro motivo, plausível, é a falta de meios humanos para uma fiscalização própria do uso dos abrigos. No entanto, ambos os motivos partilham uma total falta de confiança nos montanheiros ou de qualquer verdeiro entusiasta da Natureza: aqueles que saberiam preservar e dariam o melhor uso aos abrigos de montanha: abrigo.
Serra da Cabreira, Portugal
2017, February
2017-02-05
Caldeirão Waterfall ( Cascata do Caldeirão ) - II
Throughout the ages, the rough granite monoliths have been carved by the pluvial erosion.
Serra da Cabreira, Portugal
2017, February
Serra da Cabreira, Portugal
2017, February
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